* Estimativas com base nos índices IBGE. Utilize o IPCA oficial para cálculo definitivo.
IBS/CBS na Alienação — Comparativo de Redutores
Valor de venda
—
(−) Redutor inicial
—
Base IBS/CBS
—
Alíquota IBS+CBS
—
IBS/CBS devido
—
Taxa s/ venda
—
Valor de venda
—
(−) Redutor (× —)
—
Base IBS/CBS
—
Alíquota IBS+CBS
—
IBS/CBS devido
—
Economia vs. C1
—
Valor de venda
—
(−) Redutor (ref. fiscal)
—
Base IBS/CBS
—
Alíquota IBS+CBS
—
IBS/CBS devido
—
Economia vs. C1
—
Carga IBS/CBS por Cenário — Visualização Comparativa
C1 · Custo Histórico
referência
IRPJ/CSLL — Ganho Contábil (independente do redutor IBS/CBS)
Dois "mundos tributários"
Carga total (C3 + IRPJ/CSLL)
—
O redutor do art. 256, LC 214/2025, atua exclusivamente na base do IBS e da CBS na futura alienação. O ganho contábil (para IRPJ/CSLL) continua sendo a diferença entre o preço de venda e o custo histórico registrado — independentemente do cenário de redutor escolhido.
💡 Análise do DMC
Preencha os dados acima para receber a análise comparativa dos cenários de redutor.
Fundamento: arts. 256 a 258, LC 214/2025. O imóvel deve estar na holding em 31/12/2026 (data de corte do estoque preexistente). O valor de referência é apurado pelo SINTER (§ 2º) ou, na ausência, por estimativa do valor de mercado com laudo ABNT NBR 14.653 elaborado por engenheiro ou arquiteto habilitado. O laudo não altera o custo contábil nem o capital social — sua função é sustentar o maior redutor de ajuste admitido para IBS/CBS. Alíquota máxima adotada (CBS 8,8% + IBS 17,7% = 26,5%) sem aplicação das regras de transição 2026–2033.